quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Você cresce, não tem mais bochechas fofas, não é mais a queridinha
da vovó, não é mais a princesinha do papai e até o pobre do bicho papão te
abandona. Você perde os amigos imaginários, não vive mais cercada de pessoas
que sorriem pra ti, que querem te mimar e fazer tuas vontades. Você não pode
mais simplesmente chorar pra não ir à escola, não pode mais morder as
professoras quando se irrita e nem ser mal educada e dar desculpas de que é
muito criança pra entender que certas palavras magoam. Ninguém mais limpa suas
lágrimas e te põe pra dormir dando beijinho na testa. Você perde todas as
regalias e passa a ser responsável pelo que cativou. Você não brinca mais de
boneca, você não têm mais elas pra destruir e pintar cabelos. Todos os seus
lápis de cera e brinquedos sumiram e deram lugar a grandes e grossos livros.
Você cresce você ERRA, você APRENDE, você ganha e você PERDE.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Eu sei como é se segurar e deixar para chorar só quando ligar o chuveiro, assim ninguém percebe. Eu sei como é refletir sobre a vida antes de dormir e se certificar de que ninguém está ouvindo para começar a soluçar. Eu sei como é sofrer tão dolorosamente que as vezes você precisa fingir que vai ao banheiro, ou beber água, apenas para lavar o rosto e se recompor. Eu sei como é ter os olhos úmidos e aquele medo de que não seja forte o suficiente para segurar as lágrimas quando está em público. Eu sei como é sentir aquele nó enorme na garganta, que te sufoca, até que você cede e chora. Eu sei como é sentar na cama, pegar o travesseiro e chorar tanto, mas tanto, que se surpreende com o rio que terá que esconder da sua família. Acredite, eu sei como é tudo isso.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Colegas, com os quais vivemos juntos tantas horas e carregamos a marca das experiências comuns que tivemos partamos confiantes em busca de novas conquistas, no exercício de nossa profissão.
Que esse adeus ressoe sempre em nossos corações, pelo reflexo da saudade que já se faz presente.
Para aqueles que por motivos vários nos deixaram, o nosso abraço e a esperança de um reencontro.
A nossa amizade àqueles que nos quiseram bem; o nosso perdão àqueles que, por motivos alheios à nossa vontade, não nos compreenderam nem se fizeram compreender.
231/ 2011
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